A garagem, a arrecadação e a porta.
O que hoje se resolve com uma cadeia de mensagens, um papel na entrada ou um telefonema ao porteiro.

Zonas comuns com calendário.
A sala comum, o terraço, o espaço de festas. Com as regras que o condomínio aprovou e sem discussões sobre quem pediu primeiro.
- Disponibilidade real, faixa a faixa.
- Os limites que o regulamento fixar.
- A reserva fica registada, com quem e quando.


Deixar entrar sem dar uma chave para sempre.
Acesso temporário para quem tem de entrar: o canalizador, a limpeza, a visita. Com validade e revogável de imediato.
- Acesso que caduca sozinho.
- Pessoas autorizadas de forma permanente, se as houver.
- Registo de aberturas, onde o sistema o permitir.
E o pequeno, que é o que mais cansa
Os fornecedores do prédio
Quem trata do elevador, quem da bomba e a quem se liga.
Os avisos que interessam
Corte de água, obra na entrada, mudança de horários.
As encomendas
Onde houver portaria ou cacifos.
Sobre os serviços
A Kovva abre a porta do prédio?
Só se o prédio já tiver um sistema compatível. A Kovva não substitui a instalação; apoia-se na que existir. Se não houver, o resto funciona na mesma.
Quem define as regras das reservas?
O condomínio, no seu regulamento. A Kovva aplica-as, não as inventa.
Serve num prédio pequeno em autogestão?
Sim, e é onde mais se nota: sem portaria nem empresa, os avisos e as reservas são o que hoje não tem onde viver.
Mostramos a Kovva no seu condomínio?
Diga-nos qual é o prédio e quem o administra. Sem compromisso.
