Comunica-se uma vez e o prédio inteiro sabe.
O elevador, o portão, a luz da entrada, a bomba da água. Comunica e, a partir daí, vê quem a tem e em que ponto está.

Como corre uma avaria
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1
Um condómino comunica
Com uma foto e duas frases. Se já tinha sido comunicada, junta-se em vez de abrir outra.
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2
A administração atribui
À especialidade que corresponde. A mudança de estado é vista por todo o prédio.
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3
A visita fica publicada
Dia e empresa. É aí que param os telefonemas a perguntar o mesmo.
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4
Fecha-se com a intervenção
E fica no histórico do prédio, com a fatura. Da próxima vez sabe-se o que se fez.
O que é do condomínio e o que é seu.
Metade das discussões de um prédio são sobre de quem é a responsabilidade. A Kovva mostra-o quando a ocorrência é criada, não depois da fatura.
- O estado, atualizado: aberta, em curso, fechada.
- A data da visita, quando existe.
- Quantos condóminos comunicaram o mesmo.
- Quanto custou, quando a fatura entra nas contas.

O que tira de cima de cada um
Ao condómino
Saber se já está comunicada sem ter de perguntar no grupo.
À administração
Publicar uma vez em vez de responder ao mesmo dez vezes.
A quem administra em autogestão
Um histórico com datas para reclamar a um fornecedor ou justificar uma despesa.
Sobre as ocorrências
Posso comunicar uma avaria dentro da minha fração?
A Kovva é para as partes comuns. O que está dentro da sua fração é seu e não entra aqui — e é precisamente essa fronteira que a app deixa clara à partida.
Os vizinhos veem quem comunicou?
Veem a ocorrência e o estado. Quem a abriu vê a administração.
E as urgências?
Uma urgência sobe ao topo do ecrã de todos. Mas a app não substitui o número de urgências do condomínio: se houver uma rotura às três da manhã, liga-se.
Quantas chamadas destas recebe por mês?
Se faz administração de condomínios, conhece o número. Falemos.
